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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

“Chacina de Unaí” completa dez anos sem julgamento de todos os acusados

Brasília - A Chacina de Unaí completa dez anos nesta terça (28) sem que os acusados de serem os mandantes do crime tenham ido a julgamento.

Em 28 de janeiro de 2004, quatro funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego foram assassinados enquanto realizavam uma fiscalização rural de rotina na região de Unaí, Noroeste de Minas Gerais. O motorista Aílton Pereira de Oliveira, mesmo baleado, conseguiu fugir do local com o carro e chegar à estrada principal, onde foi socorrido. Levado até o Hospital de Base de Brasília, Oliveira não resistiu e faleceu no início da tarde. Antes de morrer, descreveu uma emboscada: um automóvel teria parado o carro da equipe e homens fortemente armados teriam descido e fuzilado os fiscais. Erastótenes de Almeida Gonçalves, Nelson José da Silva e João Batista Soares Lages morreram na hora. O caso ganhou repercussão na mídia nacional e internacional.

Ato em frente ao Supremo Tribunal Federal, na manhã desta terça (28), exigindo que os acusados de serem os mandantes sejam julgados pela Vara Federal de Belo Horizonte. Organizado pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, o ato teve 10 mil balões lançados ao ar

A Polícia Federal afirmou ter desvendado o crime seis meses depois, com o indiciamento de envolvidos, que incluíram os irmãos Norberto e Antério Mânica, família que é uma das maiores produtoras de feijão do país. O inquérito entregue à Justiça afirmou que a motivação do crime foi o incômodo provocado pelas insistentes multas impostas pelos auditores. Nelson José da Silva seria o alvo principal. Ele já havia aplicado cerca de R$ 2 milhões em infrações à fazenda dos Mânica por descumprimento de leis trabalhistas. Ambos chegaram a ser presos, mas hoje respondem ao processo em liberdade. Após isso, Antério foi eleito (em 2004, com com 72,37% dos votos válidos) e reeleito (2008) prefeito de Unaí.

Também foram envolvidos os pistoleiros Erinaldo de Vasconcelos Silva (o Júnior), Rogério Alan Rocha Rios e William Gomes de Miranda; o contratante dos matadores, Francisco Élder Pinheiro (conhecido como “Chico Pinheiro”, já falecido) e os intermediários Humberto Ribeiro dos Santos, Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro.

Em agosto do ano passado, três pistoleiros contratados para a matança foram julgados e, na madrugada do dia 31 de agosto, considerados culpados por um júri popular em Belo Horizonte. No dia 17 de setembro, ocorreria o início do julgamento de mais um grupo de acusados, incluindo Norberto Mânica.

Contudo, o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello suspendeu o julgamento, atendendo a um pedido dos advogados desse acusado, que tentam levar o júri para Unaí. Marco Aurélio quer que o STF decida qual cidade deve abrigar o júri de Mânica.

O Superior Tribunal de Justiça já havia decidido, em abril, que a “Chacina de Unaí'' seria julgada em Belo Horizonte. O ministro relator Jorge Mussi considerou procedente uma reclamação do Ministério Público Federal e afirmou que a criação de uma Vara Federal em Unaí, local dos assassinatos – usada como justificativa para transferência do julgamento pela juíza federal Raquel Vasconcelos Alves de Lima – não importaria para o caso. Segundo ele, a criação de nova vara com jurisdição sobre o município onde se deu a infração penal não implica em incompetência do juízo em que se iniciou a ação penal. De acordo com o STJ, a decisão da juíza – que em janeiro havia remetido o caso para Unaí – foi contra as decisões anteriores já tomadas pelo próprio tribunal, que havia confirmado o caso para Belo Horizonte, e cassou sua decisão.

Durante o debate sobre a admissibilidade dos embargos infringentes da ação penal 470, o chamado “Julgamento do Mensalão'', o ministro Marco Aurélio Mello fez um duro discurso em nome da responsabilidade do STF diante da opinião pública: “Estamos a um passo de desmerecer a confiança que no Supremo foi depositada''. E também afirmou: “Como servidor do meu semelhante, eu devo contas aos contribuintes”.

PEC do Trabalho Escravo -  Por conta da morte dos quatro funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego, em 2009, o 28 de janeiro se tornou o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, através de proposta do então senador José Nery.

E a ligação entre a chacina e o trabalho escravo contemporâneo não reside apenas na data escolhida para uma homenagem aos auditores.

Em 2oo4, a votação em primeiro turno, na Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda Constitucional que prevê o confisco de propriedades flagradas com escravos e sua destinação à reforma agrária ou a programas de moradia urbanos ocorreu sob a forte comoção pública gerada pelo assassinato dos quatro funcionários do MTE.

Isso influenciou na decisão dos deputados, que aprovaram o texto. Parlamentares que eram contrários à aprovação da PEC, na votação em plenário, feita por voto aberto, posicionaram-se a favor, provavelmente para não terem sua imagem vinculada à manutenção dessa forma de exploração do trabalho em um momento delicado como aquele, em que a Chacina ainda aparecia na mídia internacional. Tanto que, após o primeiro turno na Câmara, não foi possível colocar a matéria para a segunda votação devido à ação de deputados da bancada ruralista.

Após oito anos de pressão de governo federal, parlamentares favoráveis à proposta, sociedade civil, sindicatos, artistas e intelectuais e algumas entidades que reúnem empresas, conseguiu-se aprovar a PEC do Trabalho Escravo em segundo turno na Câmara, em maio do ano passado, e a pautar o tema no Senado.

Os contrários à ideia, porém, bateram o pé: a PEC só seria colocada em votação pelos senadores caso uma regulamentação fosse discutida antes, a fim de ser aprovada logo após a votação da PEC. Ou seja, se os termos e procedimentos para o confisco fossem colocados no papel. Até aí, tudo bem. Mas, no meio do caminho, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator do projeto de lei para a regulamentação, atendeu ao pedido da bancada ruralista e usou um conceito diferente de trabalho escravo do que aquele que está no artigo 149 do Código Penal. Uma definição mais restrita.

De acordo com o artigo 149, são elementos que determinam trabalho análogo ao de escravo: condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador), jornada exaustiva (em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou sobrecarga de trabalho que acarreta a danos à sua saúde ou risco de vida), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele).

A legislação brasileira, pasmem, é de vanguarda, pois considera que quando um trabalhador mantém sua liberdade, mas é excluído de condições mínimas de dignidade, também está caracterizado o trabalho escravo. Vira e mexe ouve-se o argumento de que fiscais do trabalho consideram como trabalho escravo a pequena distância entre beliches, a espessura de colchões, a falta de copos descartáveis, o que não é verdade.

Há até um manual do Ministério do Trabalho e Emprego explicando o que é e o que não é trabalho escravo, reunindo as normas e instruções normativas a respeito, que estão acessíveis a todos os empresários para download na internet. Para lê-lo, basta clicar aqui. Mas a bancada ruralista afirma que não há clareza sobre o conceito de trabalho escravo, porque não concorda com o conceito brasileiro.

Mais de 3 mil propriedades foram fiscalizadas por denúncias de trabalho escravo desde 1995, quando o Brasil criou o seu sistema de combate ao crime. O país tem mais de 4,5 milhões de propriedades rurais. Mais de 45 mil pessoas ganharam a liberdade desde então, em um universo de quase 18 milhões de trabalhadores no campo. Se a grande maioria de empresários, no campo e na cidade, segue a lei e não utiliza trabalho escravo, a quem interessa tornar a legislação mais frouxa? A quem interessa proteger quem promove a concorrência desleal e o dumping social, cortando custos ilegalmente para ganhar competitividade através da exploração de seres humano? E, de lambuja, manchar o nome dos nossos produtos no exterior?

Governo federal e parlamentares estão atuando para corrigir a proposta de regulamentação deturpada do senador Romero Jucá após a aprovação da PEC do Trabalho Escravo, para que a medida não se torne um ovo de serpente. Poucas vezes a aprovação de uma medida tão simples representou tanto simbolicamente. É só uma regulamentação, mas nela repousa a luta entre o respeito à dignidade humana e a barbárie.

Da mesma forma que a punição aos mandantes do crime cometido há dez anos é mais do que Justiça. É a certeza de que temos um Estado que protege a dignidade de todos acima dos interesses econômicos de alguns.

Em novembro de 2008, Antério Mânica foi um condecorados com a Medalha da Ordem do Mérito Legislativo, em cerimônia promovida pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais, realizada no Palácio das Artes e “aplaudida por mais de mil convidados”, como explicou o site da própria instituição. O prêmio, que foi considerado por muitos como um desagravo, gerou indignação e mal-estar em parte da sociedade civil e dos deputados mineiros.


A impressão que fica é de que a velocidade de funcionamento de grande parte do sistema judiciário continua dependendo de quem é o réu/acusador. Se for rico, será rápido (se ele quiser que seja rápido) ou lento (se quiser que seja lento) e tende a ser julgado conforme suas conveniências, antes ou depois dos demais acusados e no lugar que melhor lhe aprouver (se assim for melhor para sua defesa). Se for pobre ou se pobres forem os assassinados, a Justiça faz o caminho inverso.

Fonte: www.blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

EPAMIG VOLTARÁ PARA UNAÍ

O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Unaí, Dr. Altir de Souza Maia, o presidente da COANOR, Irmo Casavechia, o gerente regional da Emater de Unaí, José Arcanjo, o secretário de Agricultura de Unaí, Adriano Cecílio, coordenador regional do Instituto Mineiro de Agropecuária,  Antônio Marcos,  e demais convidados, reuniram-se no Sindicato dos Produtores Rurais de Unaí para receberem os representantes da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG):  Plínio  Soares (diretor técnico EPAMIG) e Mairon Mesquita (assessor técnico da diretoria da EPAMIG), para juntos estudarem a volta da EPAMIG para Unaí.   A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) constituiu-se na principal instituição de execução de pesquisa agropecuária de Minas Gerais e tem a função de apresentar soluções para o complexo agrícola, gerando e adaptando alternativas tecnológicas, oferecendo serviços especializados, capacitação técnica, insumos qualificados compatíveis com as necessidades dos clientes e em benefício da qualidade de vida da sociedade.

Após as boas vindas, o presidente Altir de Souza Maia deixou a palavra franca e foram debatidas questões de infraestrutura para a instalação da mesma e as parcerias para oficializar a vinda da EPAMIG.  Segundo o diretor técnico, Plínio Soares, a empresa de pesquisa volta em um novo modelo: “Trazemos hoje uma proposta inovadora e que dará um resultado imediato. Nosso objetivo é reunir parcerias e já iniciar um trabalho imediato”, afirmou Plínio Soares.

Com unanimidade, o local sugerido para ser implantado a “Unidade Especial EPAMIG Unaí”, foi a Escola Agrícola de Unaí ,que já irá receber uma unidade da EMBRAPA, ainda dispõe de salas, campos para o cultivo dos experimentos e outras vantagens que vem somar ao trabalho de pesquisa.


Em agosto de 2014, a EPAMIG completará 40 anos, e ao longo destes anos, a empresa oferece uma completa estrutura para auxiliar e revolucionar o campo, com sede em Belo Horizonte ela possui 5 unidades regionais, 28 fazendas experimentais, 2 estações, 6 núcleos tecnológicos, 1 instituto de laticínios, 1 núcleo de ensino técnico agropecuário.

Fonte:  Agromais.Tv

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Novo local dos Exames de direção em Unaí

Fique por dentro:

Os exames de direção que antes eram realizados na praça do Santuário  Nossa Senhora do Carmo, agora passam a ser feitos na Praça Américo de Souza Matos no Bairro Bela Vista.


A Praça localiza-se entre as Ruas Marcos Lopes e Avenida Governador Valadares.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Unaí 70 anos

A História de Unaí


O DISTRITO
Desde as épocas mais remotas da historia da humanidade, o homem vem se agrupando, organizando-se em sociedade, para melhor se relacionar com seu semelhante; na historia de Unaí também não foi diferente.
Em meados do século XVIII, na época que os Bandeirantes se espalharam pelo Brasil a fora, colonizando regiões, a bandeira de Domingos Jorge Velho, oriunda do estado de São Paulo, segundo relatos de historiadores, passou pelo município de Paracatu, cidade a qual pertencia esta região; com o passar dos anos, as pessoas foram se aglomerando próximo às margens do Rio Iuna, nome dado pelos índios que habitavam esta região, daí surgiu uma pequena vila, vila de Capim Branco! A qual recebeu várias famílias de diversos cantos do País, denominadas famílias troncos, porque pra cá vieram, aqui fincaram raízes, desbravaram os sertões, povoando o imenso município de Paracatu, que muitos anos mais tarde viria a ceder uma parte do seu município, para a criação do Município de Unaí.
Por volta do ano de 1943, liderados por José Luiz Adjuto, formou-se uma comissão pró-emancipação de Unaí, constituída pelos senhores Porfírio Gaya, Antonino de Sousa Gonçalves, Maria Torres, Philadelfo de Sousa Pinto, Ursulino Brochado, Luiz Alves de Sousa, Júlio Martins e Leão da Silva Lara. José Luiz Adjuto foi escolhido para presidi-la e deram-lhe a incumbência de tratar da emancipação do Distrito, em Belo Horizonte, junto ao Governador do Estado, Senhor Benedito Valadares.
O seu trabalho logrou êxito, pois através do Decreto-Lei nº 1.058, de 31 de dezembro de 1943, o Governador
Benedito Valadares Ribeiro cria o município de Unaí, oficialmente instalado em 15 de janeiro de 1944; constituído dos seguintes distritos: Unaí (sede), Buritis, (Frois (ex-lages), Garapuava e Serra Bonita (Ex-Joanópolis).
Devido ao fato de já existir no estado, distritos com os nomes de Rio Preto, e de Capim Branco, para evitar transtornos, Fez a inversão da palavra indígena, Iuna, que significa Águas escuras, para Unaí, e deu o novo nome ao então distrito de Capim Branco. Emancipando, tornando-se cidade, com o Nome de Unaí.
foto do povoado de Capim Branco, na Época da Emancipação

A EMANCIPAÇÃO
A cidade de Unaí nasceu espontaneamente de uma fazenda, que tinha sua sede próxima ao trevo que dá acesso a Paracatu, denominada fazenda Capim Branco.
foto da sede da fazenda Capim Branco, a origem de Unaí.
A população esperava ansiosa pelo retorno de José Luiz Adjuto, vindo de Belo Horizonte, com a Lei que criava o Município; foi recebido pela População, que festejava. Diante de tanta alegria, a Senhora Noemes Martins Ferreira o saudou e lhe ofertou um buquê de rosas; recebendo-o, no alpendre de sua residência, ergueu-o diante da multidão ali postada e disse: “espero que esse buquê de rosas se transforme em muitas escolas e estradas no novo município de Unaí”. Naquele momento ela já previa que a nossa querida Unaí se transformaria numa cidade prospera e boa de se viver.
(nota): A senhora Noemes Martins Ferreira, faleceu no dia 06 de setembro de 2005, aos 93 anos e nove meses de idade, era a terceira pessoa mais velha do Município de Unaí. Foi a primeira funcionária pública federal do então distrito de Unaí. Foi nomeada agente postal dos correios e telégrafos , por volta de 1940. Era a mãe (madrasta) do Ex-Prefeito de Unaí, Sr. Adélio Martins Campos.

A POPULAÇÃO
Com a construção da represa de três Marias, na área central do Estado, no final da Década de 50, houve grande migração das cidades próximas a ela, para o então recém criado
município de Unaí, cuja fama de terras férteis e baratas, já havia chegado aos seus conhecimentos. Vieram para cá, pessoas de Abaeté, Morada Nova, Paineiras, Biquinhas, Pompeu, Martinho Campos, Carmo do Paranaíba, Patos de Minas, Presidente Olegário, Coromandel, Monte Carmelo e outras; cada morador que para cá se mudou, trouxe consigo um imenso desejo de vencer na terra prometida, muitos conseguiram, outros não tiveram a mesma sorte, mas conseguiram viver com dignidade, criando seus filhos e preparando-os para a vida.
Mais tarde, nos anos 70, migraram para Unaí, atraídos pelas terras férteis, inúmeras famílias de vários pontos do País, principalmente do Rio Grande do Sul, trazendo seus conhecimentos, seus costumes, que acabaram contribuindo na formação da nossa gente. É difícil encontrar uma pessoa, mesmo que tenha nascido aqui, que não seja filho de pessoas que vieram de outras regiões do País.

OS PREFEITOS
José Luiz Adjuto, primeiro prefeito de Unaí
Com a instalação do novo município, José Luiz Adjuto se tornou então o primeiro prefeito; seguidos pelos demais até a atualidade.
José Luiz Adjuto, nomeado pelo Governador Benedito Valadares, governou de 15 de janeiro de 1944 a 26 de abril de 1947.
Israel Versiani Valadares, por nomeação do Governador Milton Campos, governou de 26 de abril a 11 de setembro de 1947.
Antonio Martins Versiani, substituindo Israel Versiani, de 11 a 29 de setembro de 1947.
Orlando Araújo, nomeado pelo Governador Milton Campos, de 29 de setembro a 23 de dezembro de 1947.
Romero Ulhoa Santana (vice-prefeito, Oscar Rangel), de 23 de dezembro de 1947 a 31 de janeiro de 1951. Foi o primeiro prefeito eleito pelo voto direto, na primeira eleição realizada no município, em 23 de novembro de 1947.
João Costa (Vice-prefeito, Eduardo Roquete Brochado), de 31 de janeiro de 1951 a 31 de janeiro de 1955.
Oscar Rangel. De 31 de janeiro a 28 de fevereiro de 1955, em virtude de licença do titular.
Romero Ulhoa Santana (vice: Oscar Rangel), de 28 de fevereiro de 1955 a 31 de janeiro de 1959.
José Adjuto Filho (vice: Virgilio Justiniano Ribeiro), de 31 de janeiro de 1959 a 31 de janeiro de 1963.
Adolfo Rodrigues da Silva, Presidente da Câmara que assumiu o Poder Executivo em virtude da licença do Prefeito José Adjuto Filho e do vice, no período de 23 de agosto a 08 de setembro de 1962.
Virgilio Justiniano Ribeiro, (vice: Sebastião Versiani), de 31 de janeiro de 1963 a 31 de janeiro de 1967.
Sebastião Alves Pinheiro, (vice: Jair Vieira Machado), de 02 de fevereiro de 1967 a 31 de janeiro de 1971.
Jair Vieira Machado, de 14 de setembro a 17 de novembro de 1970, em virtude de licença do titular.
Ronaldo Rodrigues Marques, (vice: Delvito Alves da Silva), de 31 de janeiro de 1971 a 31 de janeiro de 1973.
Sebastião Alves Pinheiro, (vice:José Rodrigues Neto), de 31 de janeiro de 1973 a 31 de janeiro de 1977.
José Rodrigues Neto, de 10 de dezembro de 1974 a 10 de janeiro de 1975, e de 05 de janeiro a 05 de fevereiro de 1976, em virtude de licenças do titular.
Sain’t Clair Martins Souto, (vice: Eli Pinto de Carvalho), de 31 de janeiro de 1977 a 31 de janeiro de 1983.
Adélio Martins Campos, (vice: Geraldo Paulo Máximo), de 31 de janeiro de 1983 a 31 de janeiro de 1988.
Geraldo Paulo Máximo, de 09 de julho a 09 de agosto de 1986, em virtude de licença do titular.
Sebastião Alves Pinheiro, (vice: José Braz da Silva), de 31 de janeiro de 1988 a 01 de janeiro de 1992.
Adélio Martins Campos, (Vice: xxxxx), de 01 de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996.
José Braz da Silva, (Dr. Marcio Brostel), de 01 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000. Foi reeleito e governou de 01 de janeiro de 2001 a 31 de dezembro de 2004.
Antério Mânica, (vice: José Gomes Branquinho), de 01 de janeiro de 2005 até 31 de dezembro de 2008. Foi reeleito para governar Unaí por mais quatro (04) anos, até 31/12/2012.
Esses foram os prefeitos que Unaí já teve, desde sua Emancipação até o momento atual.
Cada um deles deixou sua contribuição em prol do desenvolvimento do nosso município. Muitos tiveram participação expressiva no desenvolvimento mais recente de Unaí, tais como: Sebastião Alves Pinheiro, Sain’t Clair Martins Souto, Adélio Martins Campos e José Braz da Silva. Em seus Governos, a Cidade passou por grandes mudanças, que contribuíram para a qualidade de vida de seus habitantes.
Esperamos que o atual supere as dificuldades inerentes ao cargo e seja tão brilhante, quanto seus antecessores,
realizando obras que tragam mais qualidade de vida para o povo desta querida terra.

A GEOGRAFIA DO MUNICÍPIO
O município de Unaí, devido a sua grande extensão territorial, com uma área de 8.464 km2, hoje composto da seguinte forma: distrito sede, Santo Antonio do Boqueirão, Garapuava, Palmeirinha, Ruralminas e Pedras de Marilandia, este ultimo, foi criado no ano de 2004, através da Lei nº 2.219, de 12 julho; localizado a cerca de 80 km de Unaí. Além dos distritos, existem também alguns povoados, tais como: Boa vista, Boqueirãozinho, Jataí e Sapezal. A cidade está acima do nível do mar, cerca de 720 metros em média, possui clima quente e ameno em algumas áreas da zona rural.
Segundo dados do IBGE, o município está com uma população estimada em 76.245 habitantes, (dados de 2007).
Recentemente foi inaugurada a Hidrelétrica de Queimados, abrangendo os municípios de Unaí, Cabeceira Grande, e parte do Município de Cristalina em Goiás. Espera-se que, quando estiver em pleno funcionamento, possa trazer benefícios para Unaí, tais como: industrias, turismo e outros, impulsionando ainda mais a nossa economia e em conseqüência, a melhoria da qualidade de vida de nossa gente.

A CIDADE
Outro fator da história de Unaí, que impressiona os moradores, e principalmente os visitantes; quem nunca veio a Unaí, é a geografia visual da cidade, se espantam com a quantidade
de prédios que surgem a cada dia, dando imponência à cidade, contribuindo com o seu visual, tornando-a mais bonita e gostosa de se viver. Quem é filho de Unaí, mas que passa muitos anos sem retornar a terra natal, ao chegar se assusta, tendo a impressão que chegou na cidade errada.
Desfile de 7 de setembro, no ano de 1968, na Rua Grande, atual Av. Governador Valadares.
Vista aérea da parte central de Unaí, no ano de 2005,

A EDUCAÇÃO
Nos últimos dez anos, a cidade melhorou significativamente sua infraestrutura na área da educação, com várias escolas estaduais, municipais e 02 (duas) faculdades, além de uma extensão da UNIMONTES. Hoje, os filhos de Unaí, não precisam deixar nossa cidade, o convívio familiar, para irem para os grandes centros para concluírem seus estudos; ainda falta muito, mas já é um grande passo. As escolas e o próprio governo municipal, estão empenhados em levar à população mais carente, a tão sonhada
inclusão Digital; tanto que nos próximos dias, a Câmara Municipal, irá inaugurar um espaço denominado CENTRO DE APOIO Á CIDADANIA, através do programa Internet Popular oferecendo principalmente aos estudantes, o acesso ao mundo digital. Outro serviço já prestado à população desde de 2001, é o PROCON, que tem contribuído e muito em defesa dos direitos dos consumidores.

A SEGURANÇA
Com a chegada do progresso em uma região, infelizmente não vem só os benefícios, acaba trazendo junto, os efeitos negativos das grandes cidades desenvolvidas do País. Em Unaí não está sendo diferente, mas felizmente, a segurança pública em nossa cidade não ficou parada no tempo, vem evoluindo e acompanhando o progresso, talvez não na proporção que deveria, mas melhorou. Hoje já temos um Batalhão da Polícia Militar, uma Secretaria Regional de Segurança Pública, tornando-nos independentes da cidade mãe, que é Paracatu. O Fórum está sendo ampliado, tendo em breve, uma das melhores estruturas físicas do estado; propiciando assim, maior agilidade nos processos. Tudo isso torna a vida dos Unaienses mais fácil.

A SAÚDE
Na área da saúde, também temos história para relatar, um dos fundadores do então Capim Branco, Dr. Joaquim Brochado, jovem médico de família tradicional de Paracatu, desde aquela época, já contribuía com a saúde dos munícipes. Hoje temos uma boa infraestrutura hospitalar para servir a população, sendo necessários deslocamentos para a Capital do Estado ou para Brasília, somente em casos extremos.
Recentemente, ganhamos uma DADS – Diretoria de Ações Descentralizadas da Saúde, órgão estadual, que atua na prevenção de doenças, como a dengue, leischimaniose e outras.

A AGROPECUÁRIA
Desde os tempos mais primórdios da humanidade, uma cidade se forma em função de uma determinada característica, no caso de Unaí, é a agropecuária. Graças a abundancia de água, elemento fundamental para a existência Humana, e das suas terras férteis, essas duas atividades se desenvolveram em nosso município, se tornando a alavanca principal que move a nossa economia.
Segundo dados do IBGE, Unaí Tem o maior PIB Agrícola do Estado, e um dos maiores do País, com milhares de Hectares de terra plantados. É dono de um dos maiores rebanhos de gado leiteiro e de corte do País; marcando assim, sua importância no cenário estadual e nacional.
Assim é a história de Unaí, município que já tem seu nome escrito no roll de cidades que nasceram com um destino traçado, SER GRANDE E PRÓSPERA.


Fonte de pesquisa: Livro – Unaí Rumo as Veredas Urucuianas, editado pela Prefeitura de Unaí, no ano de 1988.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Texto elaborado Por : Deusdete José Ferreira, no ano de 2005.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013


O Unaí Online traz para você querido leitor mais uma Retrospectiva. A exemplo dos anos anteriores vamos apresentar tudo de mais relevante que aconteceu na nossa cidade. Acompanhe:

Janeiro: Ano novo, vida nova, Unaí tem o seu novo Prefeito empossado: Delvito Alves. A solenidade aconteceu no primeiro dia do ano na Câmara Municipal. Delvito e Hermes Martins Souto, assumiram os cargos após reunião de posse dos 15 vereadores e eleição da nova Mesa Diretora da Câmara.
Neste mesmo mês Unaí mostrou que queria mudanças e a população estendeu uma faixa no prédio da Prefeitura com os seguintes dizeres: “PREFEITO DELVITO ALVES, esta terra é nosso berço. DEFENDA-A! Contamos com seu braço Forte"!
15 de Janeiro, Unaí completou 69 anos com poucas comemorações mas a população não deixou de lado essa data importante.
Outra data importante no mês de Janeiro foi o dia 28, o Brasil relembrou os 9 anos da Chacina de Unaí, onde os fiscais Eratóstenes de Almeida Gonsalves, João Batista Soares Lage, Nelson José da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira investigavam a ocorrência de trabalho escravo no Município.

Fevereiro: Mês marcado pela visita dos pró-reitor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e doMucuri (UFVJM) professor Valter Carvalho de Andrade Junior, do pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da UFVJM professor Alexandre Christofaro Silva, do diretor de infraestrutura da UFVJM professor Carlos Suzard e do arquiteto e consultor da área José Eustáquio Machado de Paiva, todos estiveram na cidade para uma reunião onde foram pautados a viabilidade de execução de projetos para que sejam iniciadas as obras de implantação do campus da UFVJM em Unaí (MG), especificamente no tocante à construção da estrutura física, eletrificação, abastecimento de água, entre outros. Segundo o professor
Neste mesmo mês cresceu as vagas de emprego no setor da construção Civil, já que 2013 foi o ano da construção Civil em Unaí, e como nunca na história da cidade foram registrados tantas construções, sendo assim acelerando também o crescimento de outros setores, sejam comerciais ou imobiliários.
Fevereiro também é mês de volta às aulas e a  Escola Estadual Virgílio de Melo Franco lançou  o projeto “Reinventando o Ensino Médio”. Implementado pelo Governo de Minas por meio da Secretaria de Educação (SEE), projeto esse que visa reestruturar o ensino médio nas escolas públicas.

Março: Mês marcado pela campanha de divulgação do Ecoponto, local em Unaí para destinação de pneus inservíveis. O Ecoponto é fruto de parceria da Prefeitura de Unaí (por intermédio da Semamd) com a Associação dos Revendedores de Pneus de Unaí (Arepu), entidade criada como resultado de um termo de ajuste de conduta (Tac) assinado entre Ministério Público, Município e revendedores de pneus. Borracheiros, recapadores, lojas que vendem pneus de automóveis, tratores, caminhões, bicicletas e a população em geral já contam com esse ponto de descarte ambientalmente correto.
Mês da água e o Saae não ficou de fora, promoveu vários eventos para comemorar a data.

Abril: Mês marcado por novidades que foram anunciadas, como a volta de Gleydson Rodrigues no Rodeio da Expoagro, bem como a volta do Cinema, que até o momento não foi inaugurado. Neste mês também mostramos o quanto vem crescendo o uso de energia solar emUnaí.

Maio: Mês das Mães, e a Polícia Militar homenageou essas guerreiras. o 28º BPM lançou um outdoor criativo enaltecendo a importância dessas corajosas profissionais.
Foi inaugurado  em Unaí o primeiro Centro Socioeducativo da região Noroeste do Estado. O Centro é voltado para a internação de adolescentes em conflito com a lei e terá capacidade para 90 jovens do sexo masculino.
O Centro Socioeducativo possui 3.097 mil metros de área construída e foi erguido no Bairro Santa Clara, também conhecido como Mamoeiro.
Mostramos também o quanto está deficitária a iluminação pública em nossa cidade.

Junho: Com as crescentes edificações em Unaí as novas e antigas precisaram ser dotadas e regularizadas de toda a proteção necessária contra incêndios.  já nas construções mais antigas estão sendo feita tais adaptações em prazos determinados. É o Corpo de Bombeiros trabalhando e fiscalizando.
No sábado dia 22 Unaí foi para rua manifestar. Manifestação essa que reuniu pessoas de todas as idades em uma caminhada cívica e contou com cartazes e faixas mostrando a indignação dos Unaienses em relação a PEC 37 (projeto de emenda constitucional) que retira o poder de investigação dos ministérios públicos federais e estaduais.
A Prefeitura, a Polícia Militar e a Associação Comunitária Amigos do Primavera inauguraram na segunda-feira (17/6) o Posto de Polícia Comunitária (PPC) do bairro Primavera. O PPC situa-se na rua da Serra esquina com rua Cajaranas. Presença do prefeito Delvito Alves, do vice-prefeito Hermes Martins, do comandante do 28º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Roberto Martins e do presidente da Associação Comunitária dos Amigos do Primavera, Rodrigo Rodrigues.

Julho: Mês marcado principalmente pelos Unaienses que foram à unidade do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em Paracatu, para pedir providências no sentido de alterar o projeto original da travessia urbana e construir um acesso aos bairros Riviera Park (onde está situado o aeroporto da cidade), Vale do Amanhecer e Chácaras Park Areia. No projeto não está contemplada a construção de nenhuma via de acesso, e a única existente será fechada com o final da obra da ponte. Com o fechamento do único acesso para os bairros, só restou aos moradores e visitantes fazerem o retorno em frente ao Colina Club. Por isso, os unaienses cobram das autoridades a construção de um viaduto para facilitar a entrada e saída dos bairros. Moradores Protestaram e pediram mais atenção das autoridades competentes.

Agosto: Mês movimentado no que diz respeito ao caso conhecido como “Chacina de Unaí” onde A JustiçaFederal em Minas Gerais condenou no dia 31 três réus acusados de participaçãono assassinato de três auditores fiscais do Trabalho e de um motorista do Ministério do Trabalho. No total, oito pessoas são acusadas de cometer os crimes.
Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan Rocha Rios e William Gomes de Miranda foram condenados por homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha. A maior pena foi para Rios: 94 anos de reclusão em regime fechado.
A Construção Civil volta à tona, com tantas obras pela cidade a fiscalização adotou novas medidas para garantir as seguranças das construções, e todos os prédios estão obrigados a usar as telas fachadeiras e telas tapume dentre outros itens.
Sem contar que várias obras causaram transtornos para pedestres e motoristas, já que os materiais de construção ocupavam não só a calçadas como quase metade  da rua em frente as obras.
Uma boa notícia O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) mostrou que  Unaí melhorou 64,65% nas duas últimasdécadas. A média do índice avançou de 0,447 em 1991 para 0,736 em 2010 (a escala varia de 0 a 1 – quanto mais perto de 1, melhor é o índice. O município de São Caetano do Sul é o campeão do IDHM nacional, com 0,862). Unaí atingiu uma faixa de desenvolvimento humano considerado "alto".

Setembro: Mês da Expoagro, festa essa que voltou com tudo e com a presença de Gleydson Rodrigues que trouxe o rodeio para Unaí e garantiu o sucesso do evento. Mas houve reclamações por grande parte da população, pois o preço dos ingressos não eram compatíveis para o público.

Outubro: Esse mês da continuidade à greve bancária que ganhou força em todo o Estado e em Unaí nãof foi iferente, os dois maiores bancos da cidade (Brasil e Caixa) permanecem em greve.
No dia 12 como de costume na serra de Unaí para Brasíla, aconteceu a tradicional missa em honra a Nossa Senhora Aparecida, que é realizada há 17 anos, fica cada ano mais consolidada. A ideia foi de um grupo de funcionários da Santa IIzabel que começou um movimento religioso há 22 anos. Esse ano uma novidade, foi anunciada que irão construir uma igreja nesse local. Antes mesmo de construir a capela de Nossa Senhora Aparecida, a missa deste ano foi celebrada ali mesmo, no novo local, que fica há poucos metros de onde, por quase duas décadas, foram celebradas as missas em ação de graça a Nossa Senhora Aparecida. A igreja terá o nome de Igreja Nossa Senhora da Biquinha da Serra. Este projeto foi idealizado na missa do ano retrasado, no dia 12/10/2011, no qual criou-se uma comissão para tomar frente e arrecadar recursos e identificar o possível proprietário do espaço para construir uma igreja. No ano passado foi encontrado o proprietário que, através do senhor Dario Grando, doou a área de 3ha localizadas na serra, às margens da BR 251, sentido Unaí Brasília, próximo as antenas, onde já possui uma pequena capelinha.
Unaí ganhou repercussão nacional com o rapaz que fotografou sua prova do Eném. O mesmo possui 23 anos, é radialista, reside em Buritis e fazia prova em escola no Teófilo Martins Ferreira.
Mais uma péssima notícia esse mês, Unaí perdeu seu time, agora o  time mineiro passará a ser chamado de Paracatu Futebol Clube (cores: branco, azul royal, vermelho e amarelo). Elias Andrade, presidente da agremiação, informou que, entre outras causas, o motivo principal dessa mudança é o pouco apoio que a diretoria tem conseguido nos últimos anos. Situação que, segundo ele, será bem diferente na nova casa.
Fechando o mês o 3˚ pelotão do Corpo de Bombeiros Militar de Unaí realizou um treinamento especial desalvamento nas alturas em um edifício de 8 pavimentos localizado na Rua João Pinheiro. A ação é para manter o preparo técnico e o aperfeiçoamento dos militares. Com o crescimento urbano há uma grande tendência de construção de novos prédios, o que aumenta “potencialmente” a chance de ocorrências que necessite deste tipo de treinamento.

Novembro:  Ocorreu um incêndio no Hotel Fazenda Curva doRio um dos salões  de festas teve perda total de sua estrutura.
E com o trânsito cada vez pior em nossa cidade cresceram os acidentes com moto, pois  nada foi feito para melhorar as nossas vias,  se juntamos esse fator à  imprudência dos condutores temos a atual realidade em nossa cidade,  um número cada vez mais elevado de motociclistas que se envolvem em acidentes de trânsito. Toda semana foram registrados acidentes com motociclistas em Unaí de maior ou menor gravidade.
No dia 13 uma forte chuva e acompanhada de um vendaval provocou estragos em diversas partes da cidade, com destaque no Estádio Urbano Adjuto onde os Eucaliptos  vieram abaixo. Uma semana depois todos os outros eucaliptos foram arrancados.
Dirigentes da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) vieram à Unaí com boas notícias e  mostraram em que fase se encontra a implantação do campus universitário no município.

Dezembro: Fechando o ano a quadra poliesportiva do Bairro Bela Vista, recebeu na quinta-feira, 5 de dezembro o nome de Amaro Luiz Corrêa, pai do presidente da Associação Comunitária daquele bairro, Jó Luiz. A homenagem foi um reconhecimento pelo seu trabalho em favor do esporte do município, sendo sua marca registrada a paixão que tinha pelo Unaí Esporte Clube. O prefeito Delvito Alves não poupou elogios aos familiares do seu Amaro, pela honradez e bons exemplos deixados e seguidos por todos, e que ter seu nome escolhido para denominar a quadra poliesportiva do bairro, orgulhará ainda mais a todos os seus descendentes.
O Viaduto de Unaí teve suas obras concluídas e o mesmo divergiu opniõe, muitos gostaram outros não, os destaques vieram das redes sociais onde vários disseram que este é o muro de Berlim ou um muro de divisão de classes comparado ao Filme B13. Tanto é que o mesmo foi pichado recentemente. Para alguns o projeto é ultrapassado e não atende as necessidades de Unaí, para outros vai melhorar o trânsito pois é tudo uma questão de adaptação.
Mês de natal, e como não poderia deixar de ser a cidade entrou no clima com programações festivas e também com vários órgãos públicos enfeitados além de edifícios e comércios.

E assim terminamos mais um ano, desejando um Feliz 2014 a todos e outros fatos que aconteceram na cidade de Unaí você pode conferir no vídeo que foi destaque em Dezembro na internet Retrospectiva Unaí 2013 - Programa Pilotto Especial.